Equipamento, sorte e algo mais
O ano de 2011 nas pistas da Fórmula Truck abriu e fechou com vitória de Felipe Giaffone. Claro que estamos diante de um piloto com sorte, mas isso significa muito pouco perto de sua capacidade e competência quando o negócio é acelerar.
Ele soube evitar punições do radar – fator determinante no resultado final de muitos pilotos em várias etapas - e teve a paciência de esperar o melhor momento para atacar ou induzir os adversários ao erro. O saldo final foi um ano excelente para ele, sua equipe e a Volkswagen, que ganharam quase tudo que podia ser ganho na temporada.
Seus tradicionais adversários não conseguiram acompanhá-lo na pista, muito menos na tabela de pontos. Roberval Andrade, por exemplo, esteve longe de ser aquele piloto vencedor de campeonatos anteriores e terminou o ano sem vencer uma prova sequer. Seu caminhão quebrou várias vezes, como se quisesse lhe aplicar uma punição a cada corrida, Wellington Cirino também esteve abaixo de suas expectativas, mesmo tendo vencido uma corrida do Brasileiro.
Porém, cabe lembrar que tanto Roberval quanto Cirino são pilotos vencedores na F-Truck, com títulos de campeão, mas nada disso foi suficiente. Parece ter faltado um pouco de sorte e de equipamento mais competitivo para ambos.
Mas a temporada de 2012 começa no início de março com mais 10 corridas e dois títulos para serem disputados. Pilotos que tiveram um bom desempenho em 2011 e sentiram que também podem andar na frente, e até vencer corrida, estão animados e cheios de expectativas, o que é muito bom para a categoria, com várias marcas de caminhões disputando as primeiras posições. Mas Giaffone – mesmo sem o colega Benavides, que trocou de equipe – deverá ser novamente uma pedra no caminho de Cirino, Roberval, Dirani e outros.
Como se sabe, a chance de qualquer um virar o jogo a seu favor existe, mas não depende apenas da vontade e nem do histórico particular nas pistas. Isso porque vencer é o objetivo dos 24 pilotos inscritos na temporada.
Fica aqui uma frase dita por Renato Martins - piloto com maior número de vitórias na categoria - alguns anos atrás, depois de muito tempo sem vencer uma corrida: “Claro que quero ganhar. Quero muito, mas os outros não deixam”.
Ele soube evitar punições do radar – fator determinante no resultado final de muitos pilotos em várias etapas - e teve a paciência de esperar o melhor momento para atacar ou induzir os adversários ao erro. O saldo final foi um ano excelente para ele, sua equipe e a Volkswagen, que ganharam quase tudo que podia ser ganho na temporada.
Seus tradicionais adversários não conseguiram acompanhá-lo na pista, muito menos na tabela de pontos. Roberval Andrade, por exemplo, esteve longe de ser aquele piloto vencedor de campeonatos anteriores e terminou o ano sem vencer uma prova sequer. Seu caminhão quebrou várias vezes, como se quisesse lhe aplicar uma punição a cada corrida, Wellington Cirino também esteve abaixo de suas expectativas, mesmo tendo vencido uma corrida do Brasileiro.
Porém, cabe lembrar que tanto Roberval quanto Cirino são pilotos vencedores na F-Truck, com títulos de campeão, mas nada disso foi suficiente. Parece ter faltado um pouco de sorte e de equipamento mais competitivo para ambos.
Mas a temporada de 2012 começa no início de março com mais 10 corridas e dois títulos para serem disputados. Pilotos que tiveram um bom desempenho em 2011 e sentiram que também podem andar na frente, e até vencer corrida, estão animados e cheios de expectativas, o que é muito bom para a categoria, com várias marcas de caminhões disputando as primeiras posições. Mas Giaffone – mesmo sem o colega Benavides, que trocou de equipe – deverá ser novamente uma pedra no caminho de Cirino, Roberval, Dirani e outros.
Como se sabe, a chance de qualquer um virar o jogo a seu favor existe, mas não depende apenas da vontade e nem do histórico particular nas pistas. Isso porque vencer é o objetivo dos 24 pilotos inscritos na temporada.
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