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Para fechar uma história

A Fórmula Truck no Rio de Janeiro tem uma história recente. Foram apenas duas provas disputadas. No próximo dia primeiro fará seu terceiro evento e, ao que tudo indica, o último no autódromo Nelson Piquet, em Jacarepaguá. O que restou do circuito será destruído para construção de obras visando os Jogos Olímpicos. Existe uma promessa de uma nova pista, em Deodoro, mas, apesar de a Justiça garantir a construção, só acredito vendo. É uma pena continuar a destruição de um local maravilhoso como foi o autódromo carioca.

A equipe de produção da Truck está tendo muito trabalho para deixar a praça esportiva à altura de seu evento e com conforto para o público. Tudo está adiantado e, com certeza, na semana que vem está pronto. Como nos anos anteriores, espero um super público, cerca de 50 mil pessoas, o que é uma marca da Truck e mostra que o carioca gosta de bons eventos de velocidade.

Dentro da pista deveremos ter belas disputas, apesar de uma reta longa, mas agora nem tanto, o circuito ficou mais travado. Mesmo assim, acho que teremos equilíbrio entre os caminhões de oito e 12 litros. A prova no Velopark mostrou que o regulamento, com as pequenas alterações para este ano, continua no caminho certo. Tudo é feito pensando na competitividade e, as marcas sempre têm vantagens e desvantagens, o importante é o espetáculo mostrado e o desafio para equipes e montadoras no desenvolvimento. Um dos pontos mais importantes da Truck.

A vitória de Beto Monteiro com um caminhão Iveco e a pole position é prova disto. Comentei aqui, antes, que o clima na equipe era de otimismo, motivação total e a fábrica com uma presença forte no desenvolvimento. Quando se trabalha desta maneira, o resultado pode demorar a vir, mas sempre chega. É uma marca a ser bem observada neste ano e creio que vai também disputar o titulo.

Outro lado para ser destacado no Rio Grande do Sul foi a estreia de Christian Fittipaldi, na ABF/Mercedes, parecia um veterano e teve azar porque o pódio estava garantido. No Rio, faz sua última prova nesta fase, depois volta o Geraldo Piquet.

Não vou aqui apontar um favorito, seria exercício de adivinhação. Acredito no Scania do Roberval Andrade muito forte e com durabilidade, e no Ford, que sempre foi rápido nesta pista. Sem falar em Mercedes, Iveco e Volkswagen.

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