Batidas e batidas
Em qualquer corrida de turismo, as batidas fazem parte do enredo. Na Fórmula Truck, com os veículos de competição mais avantajados, divididas nas curvas, e mesmo retas, esta se tornou uma outra característica. Ainda tem o ingrediente que apesar de serem bem duráveis e desenvolvidos em alguns circuitos, devido ao uso constante, os freios vão se desgastando e fica ainda mais difícil “domar” os caminhões mais velozes do planeta. Foi o caso do Felipe Giaffone no Rio. Final de prova e ele passou reto na tentativa de ultrapassar o Roberval Andrade. Manobra arriscada e luta limpa dos dois. Como deve ser.
Quase todas as batidas no automobilismo podem ser evitadas. Algumas analisamos como 'de corrida', ou seja, sem culpa de alguém. Se quisermos achar um culpado, pode ter certeza que acharemos. Mas o termo 'acidente de corrida' significa que um quis passar e o outro não aliviou. Melhor deixar assim e não apontar o dedo para alguém.
Já outros toques têm a dose do risco de quem ataca e quem defende. O risco pode ser calculado, mas nem sempre é assim. Passa na cabeça do piloto: “vou pra cima, ele que abra a porta ou recolha.” Gosto do automobilismo agressivo. Gosto de piloto que sempre corre o risco e vai pra cima. É um gosto de quem, em muitos casos, está apenas assistindo porque tem paixão pela velocidade. E digo que também do profissional, para ter uma corrida mais movimentada e ajudar no trabalho.
Vou voltar no segundo parágrafo. Muitas batidas podem ser evitadas e muitas, devido a uma atitude errada de um piloto, podem jogar por terra a prova do adversário. Tivemos inúmeros casos destes no Rio de Janeiro. De cabeça, sem ver o VT, posso citar pelo menos cinco e isto só observando as imagens nos olhos das câmeras.
Meu objetivo com esta conversa não é apontar este ou aquele piloto, mas apenas chamar atenção que muitos toques são desnecessários e que os riscos precisam ser melhor avaliados para que muita gente não seja prejudicada de graça. Mas este julgamento feito por nós é apenas uma opinião. O que vale mesmo é a visão dos comissários desportivos, que estão ali exatamente para esta função. Em muitas oportunidades, o piloto não enxerga seu erro, na maioria das vezes, por isso é preciso da lei.
Que venha Caruaru.
Quase todas as batidas no automobilismo podem ser evitadas. Algumas analisamos como 'de corrida', ou seja, sem culpa de alguém. Se quisermos achar um culpado, pode ter certeza que acharemos. Mas o termo 'acidente de corrida' significa que um quis passar e o outro não aliviou. Melhor deixar assim e não apontar o dedo para alguém.
Já outros toques têm a dose do risco de quem ataca e quem defende. O risco pode ser calculado, mas nem sempre é assim. Passa na cabeça do piloto: “vou pra cima, ele que abra a porta ou recolha.” Gosto do automobilismo agressivo. Gosto de piloto que sempre corre o risco e vai pra cima. É um gosto de quem, em muitos casos, está apenas assistindo porque tem paixão pela velocidade. E digo que também do profissional, para ter uma corrida mais movimentada e ajudar no trabalho.
Vou voltar no segundo parágrafo. Muitas batidas podem ser evitadas e muitas, devido a uma atitude errada de um piloto, podem jogar por terra a prova do adversário. Tivemos inúmeros casos destes no Rio de Janeiro. De cabeça, sem ver o VT, posso citar pelo menos cinco e isto só observando as imagens nos olhos das câmeras.
Meu objetivo com esta conversa não é apontar este ou aquele piloto, mas apenas chamar atenção que muitos toques são desnecessários e que os riscos precisam ser melhor avaliados para que muita gente não seja prejudicada de graça. Mas este julgamento feito por nós é apenas uma opinião. O que vale mesmo é a visão dos comissários desportivos, que estão ali exatamente para esta função. Em muitas oportunidades, o piloto não enxerga seu erro, na maioria das vezes, por isso é preciso da lei.
Que venha Caruaru.
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